"Tirar dentro do peito a Emoção, A lúcida verdade, o Sentimento! (...)" Florbela Espanca

18
Dez 08

 

Natal, tempo de paz…

Harmonia pérfida,

Sossego hipócrita

Que logo se desfaz.

 

Selvagens campanhas,

Por prologado tempo

Sem visível termo

E incontáveis perdas.

 

Estes violentos gestos,

De tão árduo olvido

Parecem se sumir

 

Como mimos estáticos,

Ou como filme suspenso

Que nos fazem assistir.

Catarina Azevedo

publicado por luabranca81 às 19:40

São os sinais desta nova era
epíteto das nossas gerações
apela-se à fantasiosa quimera
passando um pano sobre tradições

Belo soneto. Beijo
manu a 18 de Dezembro de 2008 às 21:24

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